A aprovação segue com baixos índices há algum tempo. Nos últimos anos, de acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que é a instituição que aplica o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a média de aprovação gira em torno de 20%. Mas será que existe uma forma de elevar esses índices?

Um índice baixo, aos olhos de especialistas como o advogado Cesar Krause Tavolieri, considerando que o aluno começa a preparação no primeiro dia de aula na faculdade! Esse dado traz reflexão sobre a dificuldade, necessidade e organização para realização da prova.

Na maioria dos cursos preparatórios tradicionais é sempre a mesma estrutura, explica Tavolieri. “São aulas expositivas somadas à resolução de questões. Mais do mesmo não resolve, ao meu ver. Usar a mesma fórmula para alunos diferentes?”, questiona.

Estudo individualizado e colaboração do aprendizado são a alternativa para o resultado concreto

Para ele, o que funciona com um aluno, não pode dar certo com outro, por isso há a necessidade de individualizar a preparação!

Como coordenador na Rede Juris, Tavolieri sugere trabalhar e ensinar os alunos por meio de técnicas diferenciadas de aprendizado, como questões aplicando a teoria, interpretação jurídica através de do chamado NACO - Nucleo de Aprendizado Colaborativo e técnicas estratégicas para realizar provas.

Além de um cuidado especial com a questão emocional que é um fator determinante numa situação de avaliação como essa. 
Nas aulas em que as questões aplicam a teoria o aluno é levado a reflexão da aplicação literal do assunto detalhado naquele momento.  

No NACO o aluno assume um papel principal!  A ideia é estimular a autonomia intelectual deles por meio de atividades para promover o uso de diversas habilidades de pensamento como interpretar, aceitar, comparar, questionar. O método também é um estímulo à investigação. Com a provocação instiga-se a vontade de vencer, de aplicar na prática o conhecimento adquirido e pesquisar para inovar na criação das soluções.

O núcleo incentiva ainda o trabalho em grupo e a socialização do conhecimento. As aulas ministradas pelos professores são complementadas e não mais detentoras únicas do conhecimento.

Além disso, o NACO permite integrar vários conteúdos e disciplinas a fim de transmitir desde conceitos simples até os mais complexos. A aprendizagem ativa começou em Harvard e já está implementada em todo o mundo. Como ficar fora disso? 
 
O conhecimento jurídico pode ser adquirido até pelo aluno sozinho, outra coisa bem diferente é conseguir aplicar ele quando questionado em uma prova. Requer treinamento, estratégia, ajuste da concentração! Ou alguém pode ignorar que na era da informação acelerada ficar de quatro a cinco horas fazendo uma prova torna-se quase impossível?

Tavolieri afirma que a IMERSÃO OAB ensina a verticalização e manutenção da concentração, o equilíbrio emocional, a retomada do fluxo interpretativo e a aceleração do interpretação jurídica!

A importância do exame da OAB

Para Tavolieri, o exame é indispensável, afinal existe uma responsabilidade por trás do exercício de cada profissão, e obviamente com a de advogado não é diferente. “A necessidade do exame de ordem é real e pacificada quando a análise é profunda e consciente”, explica.

Ter consciência da importância da prova da OAB faz parte do processo de aprovação do aluno. O advogado destaca que o candidato precisa compreender a preparação, ter entendimento lógico, prático e treinar para o obter como consequência o resultado. “A aprovação não é fato, é um processo, na hora que entende isso, o aluno é aprovado”, comenta.

Para isso, a personalização do ensino é importante, porque o processo não é o mesmo para todos os alunos.

Na Rede Juris, por exemplo, existe diferentes formas de repassar o conteúdo, com aulas dinâmicas em que os próprios alunos discutem e explicam o tema em questão. Além da análise individual sobre o desempenho nas provas que permite uma observação mais ampla das dificuldades do estudante. O treinamento de provas (Imersão OAB) de forma massificante credencia o aluno ao equilíbrio necessário! 

A velocidade da informação e sua fluidez pela profundidade que se mostra chega a ser assustadora! Basta interpelar qualquer jovem nos dias de hoje e perguntar quanto jornais ele tem o hábito de ler semanalmente! Peça-se para que faça essa mesma análise na geração do seus pais e também do seus avós!

Contata-se que uma geração acima lia mais que o dobro do que lemos hoje e duas gerações acima vergonhosamente lia até 10 vezes mais! A falta do hábito de leitura e a necessidade cada vez maior de tudo muito rápido atrapalhou capacidade cognitiva de interpretação de texto dessa geração! Seguindo esta análise de forma consciente e humilde, a preparação oferecida pela REDE JURIS se mostra de fato EFICAZ e VERDADEIRA!

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