O delegado de Polícia Gilberto da Silva Ferro foi absolvido de todas os procedimentos abertos contra si, sendo que a Corregedoria da Polícia Civil absolveu o acusado e encerrou o processo administrativo através da Portaria nº 0660/2013/SSPJ, publicada em 16 de maio de 2013, e o Ministério Público de Goiás arquivou a Ação Civil nº 201200280860, na data de 23 de maio de 2017. A Polícia Federal não chegou a investigar o delegado, que nem sequer foi citado no inquérito policial e a Assembleia Legislativa de Goiás, apesar de intimá-lo a depor como testemunha, não chegou a indiciar Ferro.

O delegado teve a vida profissional e pessoal amplamente investigada através de três procedimentos: no processo administrativo instaurado pela Corregedoria da Polícia Civil de Goiás, no inquérito Civil instaurando pela 89ª Promotoria do Ministério Público do estado de Goiás e na CPI proposta pela Assembleia Legislativa do estado de Goiás, como testemunha. Em nenhum foi apontado situação que colocasse em xeque a credibilidade e honradez do policial.

O caso começou em março de 2011, quando Ferro recebeu uma denúncia do “disque denúncias da Polícia Civil”, de que havia uma casa de jogos eletrônicos clandestina funcionando na Rua S-1, número 657, Setor Bela Vista, na capital. Foram apreendidas 21 máquinas caça-níqueis, imediatamente levadas para a sede do 8º DP de Goiânia. O fato foi comunicado ao então superintendente da Polícia Civil de Goiás, Álvaro Cássio, que encaminhou a perícia técnica nas máquinas.

Em 5 de junho do mesmo ano, foi realizada uma reunião no gabinete de Álvaro Cássio e demais autoridades. Na ocasião, ficou acertado que as máquinas de todas as delegacias distritais seriam enviadas para antiga sede da Academia da Polícia Civil de Goiás, o que aconteceu em 20 de julho.

Todas as máquinas que estavam nas dependências do 8º DP de Goiânia, num total de 42, foram para esse novo endereço.

Antes, em 4 de maio, o delegado solicitou à Justiça autorização para danificar ou doar os componentes das máquinas apreendidas, sendo autorizada a doação a uma entidade, que posteriormente recusou a doação.

Em 15 de abril desse mesmo ano, 2011, a Polícia Federal, através das investigações da “Operação Monte Carlo”, fez a interceptação de conversas telefônicas entre as pessoas de Carlos Cachoeira e Wladimir Garcez. Ambos disseram nessa gravação que: “não conseguiu resolver, porque o “Ferro” não quis conversa com ele”; e, no final da gravação, Cachoeira e Wladimir voltaram a falar: “O tal de Ferro lá não fala, não tem conversa com ele”. Mesmo com esse teor, a divulgação trouxe constrangimento ao delegado, que agora está integralmente absolvido.

 

A publicação desse texto atende a ordem judicial

O delegado de Polícia Gilberto da Silva Ferro foi absolvido de todas os procedimentos abertos contra si, sendo que a Corregedoria da Polícia Civil absolveu o acusado e encerrou o processo administrativo através da Portaria nº 0660/2013/SSPJ, publicada em 16 de maio de 2013, e o Ministério Público de Goiás arquivou a Ação Civil nº 201200280860, na data de 23 de maio de 2017. A Polícia Federal não chegou a investigar o delegado, que nem sequer foi citado no inquérito policial e a Assembleia Legislativa de Goiás, apesar de intimá-lo a depor como testemunha, não chegou a indiciar Ferro.

O delegado teve a vida profissional e pessoal amplamente investigada através de três procedimentos: no processo administrativo instaurado pela Corregedoria da Polícia Civil de Goiás, no inquérito Civil instaurando pela 89ª Promotoria do Ministério Público do Estado de Goiás e na CPI proposta pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, como testemunha. Em nenhum foi apontada situação que colocasse em xeque a credibilidade e honradez do policial.

O caso começou em março de 2011, quando Ferro recebeu uma denúncia do “disque denúncias da Polícia Civil”, de que havia uma casa de jogos eletrônicos clandestina funcionando na Rua S-1, número 657, Setor Bela Vista, na capital. Foram apreendidas 21 máquinas caça-níqueis, imediatamente levadas para a sede do 8º DP de Goiânia. O fato foi comunicado ao então superintendente da Polícia Civil de Goiás, Álvaro Cássio, que encaminhou a perícia técnica nas máquinas.

Em 5 de junho do mesmo ano, foi realizada uma reunião no gabinete de Álvaro Cássio e demais autoridades. Na ocasião, ficou acertado que as máquinas de todas as delegacias distritais seriam enviadas para antiga sede da Academia da Polícia Civil de Goiás, o que aconteceu em 20 de julho.

Todas as máquinas que estavam nas dependências do 8º DP de Goiânia, num total de 42, foram para esse novo endereço.

Antes, em 4 de maio, o delegado solicitou à Justiça autorização para danificar ou doar os componentes das máquinas apreendidas, sendo autorizada a doação a uma entidade, que posteriormente recusou a doação.

Em 15 de abril desse mesmo ano, 2011, a Polícia Federal, através das investigações da “Operação Monte Carlo”, fez a interceptação de conversas telefônicas entre as pessoas de Carlos Cachoeira e Wladimir Garcez. Ambos disseram nessa gravação que: “não conseguiu resolver, porque o “Ferro” não quis conversa com ele”; e, no final da gravação, Cachoeira e Wladimir voltaram a falar: “O tal de Ferro lá não fala, não tem conversa com ele”. Mesmo com esse teor, a divulgação trouxe constrangimento ao delegado, que agora está integralmente absolvido.