Com a renúncia do deputado estadual Major Araújo (PRP), eleito vice-prefeito de Goiânia na chapa de Iris Rezende (PMDB), antes mesmo de assumi-lo no próximo dia 1º, o professor de Direito Eleitoral e Assessor do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE), Alexandre Azevedo, explica como fica a situação do poder Executivo municipal em 2017. A informação foi repassada pelo parlamentar no início da tarde desta segunda-feira (5).De acordo com o advogado, após assumir a Prefeitura, Iris ficará sem vice e, em caso de ausências e impedimentos, o presidente da Câmara de Vereadores, que ainda será eleito pela Casa, assume interinamente o cargo.Azevedo afirma que, segundo a Lei Orgânica do município, em caso de impedimento absoluto, como, por exemplo, renúncia, impeachment ou morte, será realizada nova eleição. Se alguma dessas situações ocorrer durante os dois primeiros anos do mandato, serão convocadas eleições diretas normais (o povo vota). "Se for no terceiro ano do mandato, serão convocadas eleições indiretas, quando os vereadores elegem o prefeito no lugar da população. Caso a vacância ocorra no último ano, serão chamados a suceder o presidente e o vice-presidente da Câmara," informa Alexandre Azevedo.