Depois de um jogo desastroso contra o Náutico, o Atlético voltou a jogar bem. Porém, perdeu de novo. Ontem, foi a vez do Vasco bater o Dragão por 1 a 0, no Estádio São Januário, no Rio, pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro. O rubronegro, que fez o único gol do jogo (contra), chegou a criar boas chances para empatar ou até virar o jogo, mas parou em Fernando Prass, na trave e no travessão. Foi a sétima derrota consecutiva do rubronegro, que está há quase 80 dias sem vencer. O time goiano se mantém na lanterna do Brasileirão, com 2 pontos em 27 disputados, a metade dos pontos somados pelo Palmeiras, penúltimo, com 4 pontos. O Vasco entrou em campo com uma formação bastante agressiva, com três meias e dois atacantes. O Dragão, que já havia adiantado que jogaria fechado, tinha quatro jogadores de características defensivas. O Atlético equilibrou as ações e começou jogando de igual para igual, alternando a posse de bola com o time carioca – o Dragão terminou a primeira etapa com 54% de posse de bola contra 46% do Vasco. Foi então que o Vasco explorou o ponto fraco atleticano: bola aérea oriunda de cobrança de falta. Aos 13 minutos, Juninho, exímio cobrador de faltas do Vasco, bateu cruzado e, Alecsandro, livre, escorou de cabeça. Márcio estava na bola, mas Gabriel acabou desviando, de coxa, para o fundo da rede, enganando o goleiro atleticano. Porém, o árbitro deu o gol para Alecsandro. O Vasco jogava e deixava o Atlético jogar. O time goiano não encontrava muita dificuldade para chegar ao gol adversário, mas era impreciso nas finalizações. O lateral Marcos ainda perdeu grande chance no último minuto do primeiro tempo. Para um time que se propôs a jogar fechado, explorando os contra-ataques, o Atlético fechou o primeiro tempo com apenas 1 desarme. Os erros de passe do Dragão foram mais que o dobro dos vascaínos (15 a 7). No segundo tempo, o Dragão manteve sua postura e melhorou seu desempenho. Felipe teve duas chances de empatar, mas parou em Fernando Prass e no travessão, respectivamente. A movimentação atleticana conferia maior perigo à defesa vascaína. A posse de bola era do Dragão em sua maioria. O time goiano passou a pressionar e novamente não deu sorte, quando Gilson tocou na saída de Fernando Prass, mas viu a bola bater na trave esquerda. Prass ainda salvou o Vasco no último minuto de jogo, garantindo a vitória apertada.-Imagem (1.177219)