Cidades

Fã de “Os Três Mosqueteiros”, pai é barrado ao tentar registrar filho com o nome de personagem

O nome de Porthos precisou ser substituído por Apolo

Reprodução / Rede Amazônica

Fã do romance “Os Três Mosqueteiros”, um homem enfrentou problemas ao tentar registrar os filhos com os nomes dos personagens em um cartório de Rio Branco, no Acre.

O engenheiro Adcélio Firmino, registrou o primeiro filho com o nome de Aramis. A esposa Elisanilde Oliveira disse que chegou a relutar no início, mas atualmente gosta do nome do primogênito. Recentemente, o casal se tornou pais de dois meninos gêmeos, que seriam batizados com os nomes dos outros dois mosqueteiros: Porthos e Athos.

No entanto, ao chegar ao cartório, o Adcélio foi informado de que precisaria de uma ordem judicial para oficializar os nomes. O engenheiro insistiu, mas precisou mudar o nome de Porthos para Apolo.

Apesar de o caso ser subjetivo e os oficiais de registro civil que interpretarem o nível de constrangimento dos nomes escolhidos, há uma lei de 1993 que permite a recusa para nomes que expõe as crianças.

O tabelião Fabrício Maia explica que não existe nenhum tipo de lista com ‘nomes impróprios’, sendo assim, é necessário o bom senso dos funcionários ao cumprir a lei. “Se o pai não concordar, tem que ser submetido ao juízo”, disse o tabelião do G1.

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