Atualizada às 21h01 - 25/05/2017O estudante Mateus Ferreira da Silva, de 33 anos, que foi agredido com um cassetete por um policial militar durante as manifestações do último dia 28 de abril, no Centro de Goiânia, deu uma entrevista exclusiva ao programa Fantástico, da Rede Globo, onde fala sobre o que sentiu no dia em que foi ferido, sua recuperação e diz não sentir mágoas. Estudante agredido por PM com cassetete mostra cicatriz pela 1ª vez e fala do caso ao Fantástico. Em entrevista exclusiva, Mateus Ferreira da Silva, de 33 anos, lembra o que sentiu no dia em que foi ferido, conta sobre sua recuperação e diz "nunca fui uma pessoa de guardar mágoa". Leia mais no site do POPULAR - link na bio #CasoMateus #MateusFerreiradaSilva #Agressão #Entrevista #FantásticoUma publicação compartilhada por O Popular (@jornal_opopular) em Mai 25, 2017 às 4:58 PDTDe acordo com o estudante de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiás (UFG), na hora da agressão, ele pensou que tivesse sido atingido por uma bala. "No momento, eu pensei que fosse um tiro. Não sabia o que que era", relembra.Assista ao vídeo: Uma gravação divulgada nas redes sociais registrou o momento em quem o estudante de ciências sociais da Universidade Federal de Goiás (UFG), Mateus Ferreira da Silva, de 33 anos, agredido nesta sexta-feira (28) durante as manifestações na Praça do Bandeirante com a Avenida Anhanguera, no setor Central, em Goiânia. Pelo vídeo é possível ver que há uma confusão no local e a ação da polícia contra os grupos. Mateus estava correndo sozinho quando foi acertado na cabeça por um policial usando um cassetete. Ele veio ao chão na hora. Clique no link deste perfil e veja mais #Manifestações #Goiânia #Agressão #PM #Estudante #OPopularUma publicação compartilhada por O Popular (@jornal_opopular) em Abr 28, 2017 às 3:47 PDTA força da pancada na cabeça de Mateus foi tamanha que o cassetete do policial militar de madeira ficou quebrado no meio. Ele ficou 16 dias internado no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) e passou por duas cirurgias para reconstruir ossos da face. As imagens mostram a cicatriz na testa ainda com pontos.Sobre sua recuperação, ele rememora as dificuldades. "Meu rim parou. Aí as pessoas falam 'já era'", diz.A conversa foi gravada na casa da família de Mateus, em São Paulo. Em sua primeira aparição após o incidente, ele fala de seu sentimento sobre o agressor e diz não ter mágoas sobre o que aconteceu. "Nunca fui uma pessoa de guardar mágoa, nem fazer discurso de ódio", afirma.A entrevista completa feita pelo jornalista Fábio Castro irá ao ar no próximo domingo (28), às 20h40.-Imagem (1.1266703)