Goiânia, 21 de agosto de 2008

HOME

ÚLTIMAS
NOTÍCIAS

EDITORIAS
Capa
Opinião
Cidades
Política
Economia
Mundo
Esporte
Magazine

CLASSIFICADOS
Vrum
Lugar Certo

COLUNAS
Giro
Direito e Justiça
Coluna social
- Arthur Rezende
- Spot
Memorandum
Crônicas e
outras histórias

SERVIÇOS
E-mail
Cartas dos leitores
Assinatura
Acontece
Na telinha
Cinema
Horóscopo
Guia do Assinante
Central
do Assinante

CHARGE

ESPECIAIS
Minimaratona 2007
Maratoninha 2007
Pensar 2007
Prêmio Propaganda

SITES
OJC
Tv Anhanguera
Goiasnet
Jornal do Tocantins
Fundação J. Câmara
Rede Anhanguera
97FM
Executiva FM

Anuncie

 


Técnico Jorge Barcellos dá instruções para as jogadoras do Brasil na véspera da decisão do ouro

Meninas do Brasil vão a campo para fazer história

Seleção disputa o ouro contra os EUA. Equipe quer 1º título olímpico para impulsionar o futebol feminino no País

Pequim – As meninas da seleção feminina de futebol jogam hoje para fazer história. Tentam mais uma vez a inédita medalha de ouro em Jogos Olímpicos. A decisão contra os Estados Unidos repete o duelo de Atenas, quatro anos atrás, quando o time então dirigido pelo técnico Renê Simões ficou com a prata. Desta vez, ninguém na delegação acredita em novo fracasso olímpico. Entre si, as jogadoras comentam que desta vez a equipe não vai bater na trave.

Mais que defender as cores do País, as brasileiras lideradas por Marta jogam por elas mesmas, por uma boa premiação e uma condição de trabalho melhor. Embora todas digam que a conquista poderá mudar o cenário do futebol feminino no Brasil, ninguém acredita muito nisso. As esperanças são mínimas. Nem a escolha de Marta como a melhor do mundo pela Fifa, dois anos seguidos, alterou a condição de abandono da modalidade.

São palavras ditas e repetidas desde muito antes da conquista do ouro no Pan do Rio, por exemplo. Marta afirmou recentemente que tem chance mínima de um dia voltar a jogar no Brasil, de preferência no seu Corinthians de coração. “Não há times nem campeonatos.” A CBF e os clubes ainda não encontraram uma maneira de prolongar a vida do futebol feminino e torná-lo competitivo no País.

Qualquer surpresa nesse sentido passa obrigatoriamente pela conquista do ouro em Pequim. Mesmo assim, com ressalvas. Não há garantias de nada após o torneio na China. Mas elas não entregam os pontos. “De alguma forma, desde Atenas/2004 nossas vidas mudaram um pouco com aquela prata. Sabemos que é difícil jogar no Brasil porque não há clubes, mas o interesse de equipes estrangeiras pelo nosso trabalho é grande”, disse a atacante Cristiane, que joga na Europa há quatro anos.

A atleta tenta nessa final contra as americanas tornar-se a maior artilheira da história dos Jogos Olímpicos, com 10 gols. A marca já é sua, mas ela a divide com a alemã Prinz. “É claro que quero continuar fazendo meus gols.Mas o que mais quero mesmo é ganhar essa medalha de ouro inédita.” (Agência Estado)

¤ LEIA MAIS:

Esporte | Próxima