Goiânia, 17 de maio de 2008

HOME

ÚLTIMAS
NOTÍCIAS

EDITORIAS
Capa
Opinião
Cidades
Política
Economia
Mundo
Esporte
Magazine

CLASSIFICADOS
Vrum
Lugar Certo

COLUNAS
Giro
Direito e Justiça
Coluna social
- Arthur Rezende
- Spot
Memorandum
Crônicas e
outras histórias

SERVIÇOS
E-mail
Cartas dos leitores
Assinatura
Acontece
Na telinha
Cinema
Horóscopo
Guia do Assinante
Central
do Assinante

CHARGE

ESPECIAIS
Minimaratona 2007
Maratoninha 2007
Pensar 2007
Prêmio Propaganda

SITES
OJC
Tv Anhanguera
Goiasnet
Jornal do Tocantins
Fundação J. Câmara
Rede Anhanguera
97FM
Executiva FM

Anuncie

 

SAÚDE

Base governista estuda volta da CPMF

Brasília _ Alertada pela base governista de que a Câmara vai aprovar, contra a vontade do governo, a regulamentação da Emenda 29, que aumentará os gastos com saúde, a área econômica está analisando fontes para custear a nova despesa.

Parlamentares aliados, principalmente do PMDB e do PT ligados à bancada da Saúde, levaram ao governo a proposta de recriação da CPMF, que foi derrubada pelo Senado, mas com uma alíquota menor — entre 0,05% e 0,06% contra os 0,38% que vigorou até dezembro. A Fazenda está analisando o que está sendo chamado de um “coquetel de fontes” para bancar a Emenda 29, mas, oficialmente, nem Mantega nem o Palácio do Planalto querem patrocinar a proposta.

O financiamento da saúde foi tema de reuniões entre Mantega, parlamentares do PMDB e do PT, o ministro José Gomes Temporão (Saúde) e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, nesta semana. Temporão também tratou do assunto com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). E, na segunda-feira, a Emenda 29 será discutida na reunião de coordenação, no Planalto, com o presidente Lula. Na terça, os parlamentares devem ter uma resposta de Mantega.

A volta da CPMF já foi defendida abertamente pelo líder do governo na Câmara e integrante da Frente Parlamentar da Saúde, Henrique Fontana (PT-RS), e está agora sendo articulada pelo PMDB. (Agência O Globo)

Anterior | Política