Goiânia, 17 de maio de 2008

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ANÁLISE

Faça só o que eu falo

Carla Borges

Pesos e medidas muito, muito diferentes. Esta é hoje a constatação de todo goianiense que paga em dia seus impostos (mesmo porque é coagido a isso) diante da farra generalizada de construções feitas ao arrepio da lei por pessoas (ou instituições) que detêm o poder, político ou econômico. Primeiro foram as escolas e faculdades particulares. A Secretaria de Fiscalização Urbana (Sefur) descobriu, a pedido do Ministério Público (cujo prédio também não tem licença), que metade delas não tem licença para funcionar.

Depois foi a Câmara Municipal, cuja obra foi anunciada com pompa pelo presidente da casa. O POPULAR descobriu que a reforma não tinha licença. Ele negou que obra tivesse realmente começado, para depois informar que ela nunca teve licença. Agora, o próprio Paço, o MP e o Centro Cultural Oscar Niemeyer. Órgãos públicos são isentos de impostos, como IPTU. Seus gestores não estão sujeitos às sanções da lei, como pessoas que deixam de pagar os tributos, têm a dívida executada, e acabam por perder os imóveis, como já noticiado tantas vezes.

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