Goiânia, 12 de maio de 2008

HOME

ÚLTIMAS
NOTÍCIAS

EDITORIAS
Capa
Opinião
Cidades
Política
Economia
Mundo
Esporte
Magazine

CLASSIFICADOS
Vrum
Lugar Certo

COLUNAS
Giro
Direito e Justiça
Coluna social
- Arthur Rezende
- Spot
Memorandum
Crônicas e
outras histórias

SERVIÇOS
E-mail
Cartas dos leitores
Assinatura
Tempo hoje
Na telinha
Cinema
Horóscopo
Guia do Assinante
Central
do Assinante

CHARGE

ESPECIAIS
Minimaratona 2007
Maratoninha 2007
Pensar 2007
Prêmio Propaganda

SITES
OJC
Tv Anhanguera
Goiasnet
Jornal do Tocantins
Fundação J. Câmara
Rede Anhanguera
97FM
Executiva FM

Anuncie

 

Limpar a sujeira
redacaop.gif (2675 bytes)
Reservas de conflitos
Henrique Duarte
Dizia-se, no passado, com natural ufanismo: “A Amazônia se faz nas patas dos bois”. Esse era o lema do antigo banco de desenvolvimento regional, no intuito de atrair para a região investimentos produtivos, em especial na agropecuária. Era, ainda, um modo de promover o povoamento da área, teoricamente ameaçada de invasão estrangeira. E os bois deram início à conquista daquela região, com levas de sulistas e paulistas ali aportando com suas máquinas agrícolas e muita disposição de criar a nova realidade social e econômica.
Justiça independente
Marco Maciel
Há pouco mais de seis meses, a então presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministra Ellen Gracie, comemorando o segundo centenário do Poder Judiciário independente de nosso País, iniciava a distribuição dos primeiros recursos extraordinários eletrônicos e via o ato “como sinônimo de rompimento com o passado e o início de uma fase de eficiência”. Anotava, também, que, desde os tempos coloniais, o Padre Antônio Vieira já se revoltara contra a ineficiência da prestação jurisdicional.
A hora das coligações
Itami Campos
Todo mundo conversando com todo mundo, todas as alianças tornando-se possíveis. Esse é o quadro da política brasileira nos seus diferentes níveis. Pelo que se diz, essa conduta faz parte do espírito da época em que predomina certo pragmatismo, marcada pelo fim da ideologia. Isso soa falso, as diferenças entre os atores políticos continuam e estão bem presentes aqui e agora. Além disso, estão bem claros os interesses defendidos pelos atores. Assim, uma coisa é falar no fim de um radicalismo que, neste sentido, não era político, pois a possível solução para os problemas estruturais da economia, da política e da sociedade viria através da violência, de golpe ou de revolução. Era uma condição de guerra – um jogo de soma zero, sendo que para um ganhar, outro teria de perder. Por isso, não era política.