Goiânia, 12 de maio de 2008

HOME

ÚLTIMAS
NOTÍCIAS

EDITORIAS
Capa
Opinião
Cidades
Política
Economia
Mundo
Esporte
Magazine

CLASSIFICADOS
Vrum
Lugar Certo

COLUNAS
Giro
Direito e Justiça
Coluna social
- Arthur Rezende
- Spot
Memorandum
Crônicas e
outras histórias

SERVIÇOS
E-mail
Cartas dos leitores
Assinatura
Tempo hoje
Na telinha
Cinema
Horóscopo
Guia do Assinante
Central
do Assinante

CHARGE

ESPECIAIS
Minimaratona 2007
Maratoninha 2007
Pensar 2007
Prêmio Propaganda

SITES
OJC
Tv Anhanguera
Goiasnet
Jornal do Tocantins
Fundação J. Câmara
Rede Anhanguera
97FM
Executiva FM

Anuncie

 

Ciça Carvello
ccarvello@jornalopopular.com.br
Nossa arte

A artista plástica goiana Selma Parreira (foto), fruto da chamada geração 80 das artes plásticas, acumula desde o ano passado a função de diretora da galeria da Faculdade de Artes Visuais da UFG, instituição na qual também é professora. Consagrada no meio artístico local e com várias exposições de arte contemporânea no Brasil e no exterior no currículo, Selma enveredou-se pelas artes visuais. À coluna, a artista falou da sua fase artística e do mercado local de arte contemporânea.

A relação com a cidade influencia seu trabalho?
Me interessa trabalhar com total liberdade, experimentar novos recursos e tecnologias, mesclar o convencional com experimental. Tenho feito fotografia, que também virou instalação e vídeo instalação. Ao mesmo tempo, retornei à gravura e fiz litografia. Algumas dessas propostas são coletivas. Na fase mais madura, a vida e as relações com pessoas, cidades e objetos refletem, sim, no meu trabalho. Não que isso seja autobiográfico, pois com tempo, memória e gênero também agrego ficção e imaginário. Na instalação o jantar o anil vem das xícaras de família e no espaço também utilizo peças de herança, objetos que eram do armazém da minha família, em Anápolis.

Como tem conciliado a carreira artística com a direção da galeria?
Coordenar a Galeria da FAV é mais um desafio. Encaro com muita responsabilidade, pois é um espaço reconhecido no circuito nacional. O trabalho é em equipe, temos um conselho participativo. Quando assumi, busquei manter a credibilidade conquistada na gestão de Carlos Sena. A idéia é divulgar nossas ações na UFG e na cidade, para que possamos levar maior público.

Na sua opinião, como está o mercado de arte e como ele é visto fora do Estado?
Goiás tem tradição de bons artistas plásticos. Atualmente, está bem representado na arte contemporânea nacional, mas no meio local ainda não temos mercado representativo nesse

Jessica

Fotos: Zuhair Mohamad

Na noite de sexta-feira, no Royal Bar, Ana Rachel e Everaldo Fiatkoski integraram grupo de amigos que comemoram aprovação em concurso para promotor da Fazenda


Vivian Martins era uma das animadas da mesa


Isabella Campos também se divertiu com os amigos

segmento. Temos muita gente produzindo, mas pouco tem sido mostrado. Para as pessoas consumirem e, para formar público, é preciso que sejam criados mais espaços para exposições.

Qual o caminho para artistas iniciantes?
Investir na formação profissional, conhecer percursos já realizados, pesquisar e experimentar as possibilidades de expressão, desde as mais convencionais até as últimas tecnologias. Acho essencial despir-se de preconceitos e também buscar conhecimento nas diversas áreas afins.


Emoções
A programação da festa das mães organizada por Solange Ferreira, mulher de Paulo Afonso Ferreira, da Fieg, no Salão da Indústria na tarde sexta-feira foi pra lá de eclética. Depois da palestra da psicóloga Candi Gifford, sobre o panorama da realidade feminina de diferentes gerações e ainda abriu espaço para depoimento de vovós oitentonas de bem com a vida, as participantes conferiram apresentação musical do pianista Eddy Bruno.

Picanha
Membros da Comissão de Agricultura do Palamento Europeu, que recentemente saborearam churrasco oferecido pelo empresário e agropecuarista Odilon Cascão Júnior e a mulher Rita, já retribuem convite para o casal visitar a Europa. O grupo de gringos, formado por cerca de 40 pessoas, saboreou cortes especiais de carne preparados pelo expert Marcelo Piquiras. O compromisso oficial, que ganhou tom de informalidade, teve como palco a fazenda aconchegante dos Cascão, em Palmeiras de Goiás.

Grafismos - O painel de grafismos em tecido assinado por Selvo Afonso na festa de Arthur Rezende no Oliveira’s Place na noite de sexta-feira roubou a cena. Feita à mão em giz especial, a obra que sutilmente reverenciava os anos 60 e ícones do evento, reluzia-se pelas linhas e traços de um conjunto abstrato contemporâneo.

12 de junho - O casal Rosa–José Orlando Ribeiro curtiu a festa e já revelava detalhes da noite romântica tradicional que eles organizam todos os anos no Dia dos Namorados.

Peixe - Antonio Henrique Abinave, filho da joalheira goiana Mirian Paiva, prepara a inauguração de sua joalheria na capital federal.

Chás - Nada melhor que abusar de suas propriedades desde o início da semana.