| Nossa arte A artista plástica goiana Selma Parreira (foto), fruto da chamada
geração 80 das artes plásticas, acumula desde o ano passado a função de diretora da
galeria da Faculdade de Artes Visuais da UFG, instituição na qual também é professora.
Consagrada no meio artístico local e com várias exposições de arte contemporânea no
Brasil e no exterior no currículo, Selma enveredou-se pelas artes visuais. À coluna, a
artista falou da sua fase artística e do mercado local de arte contemporânea.
A relação com a cidade influencia seu trabalho?
Me interessa trabalhar com total liberdade, experimentar novos recursos e tecnologias,
mesclar o convencional com experimental. Tenho feito fotografia, que também virou
instalação e vídeo instalação. Ao mesmo tempo, retornei à gravura e fiz litografia.
Algumas dessas propostas são coletivas. Na fase mais madura, a vida e as relações com
pessoas, cidades e objetos refletem, sim, no meu trabalho. Não que isso seja
autobiográfico, pois com tempo, memória e gênero também agrego ficção e imaginário.
Na instalação o jantar o anil vem das xícaras de família e no espaço também utilizo
peças de herança, objetos que eram do armazém da minha família, em Anápolis.
Como tem conciliado a carreira artística com a
direção da galeria?
Coordenar a Galeria da FAV é mais um desafio. Encaro com muita responsabilidade,
pois é um espaço reconhecido no circuito nacional. O trabalho é em equipe, temos um
conselho participativo. Quando assumi, busquei manter a credibilidade conquistada na
gestão de Carlos Sena. A idéia é divulgar nossas ações na UFG e na cidade, para que
possamos levar maior público.
Na sua opinião, como está o mercado de arte e
como ele é visto fora do Estado?
Goiás tem tradição de bons artistas plásticos. Atualmente, está bem
representado na arte contemporânea nacional, mas no meio local ainda não temos mercado
representativo nesse |
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Jessica
 Fotos:
Zuhair Mohamad

Na noite de sexta-feira, no Royal Bar, Ana
Rachel e Everaldo Fiatkoski integraram grupo de amigos que comemoram aprovação em
concurso para promotor da Fazenda

Vivian Martins era uma das animadas da mesa

Isabella Campos também se divertiu com os amigos
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| segmento. Temos muita
gente produzindo, mas pouco tem sido mostrado. Para as pessoas consumirem e, para formar
público, é preciso que sejam criados mais espaços para exposições. Qual o caminho para artistas iniciantes?
Investir na formação profissional, conhecer percursos já realizados, pesquisar
e experimentar as possibilidades de expressão, desde as mais convencionais até as
últimas tecnologias. Acho essencial despir-se de preconceitos e também buscar
conhecimento nas diversas áreas afins.
Emoções
A programação da festa das mães organizada
por Solange Ferreira, mulher de Paulo Afonso Ferreira, da Fieg, no Salão da Indústria na
tarde sexta-feira foi pra lá de eclética. Depois da palestra da psicóloga Candi
Gifford, sobre o panorama da realidade feminina de diferentes gerações e ainda abriu
espaço para depoimento de vovós oitentonas de bem com a vida, as participantes
conferiram apresentação musical do pianista Eddy Bruno.
Picanha
Membros da Comissão de Agricultura do Palamento Europeu, que recentemente saborearam
churrasco oferecido pelo empresário e agropecuarista Odilon Cascão Júnior e a mulher
Rita, já retribuem convite para o casal visitar a Europa. O grupo de gringos, formado por
cerca de 40 pessoas, saboreou cortes especiais de carne preparados pelo expert Marcelo
Piquiras. O compromisso oficial, que ganhou tom de informalidade, teve como palco a
fazenda aconchegante dos Cascão, em Palmeiras de Goiás. |