Goiânia, 3 de julho de 2008

HOME

ÚLTIMAS
NOTÍCIAS

EDITORIAS
Capa
Opinião
Cidades
Política
Economia
Mundo
Esporte
Magazine

CLASSIFICADOS
Vrum
Lugar Certo

COLUNAS
Giro
Direito e Justiça
Coluna social
- Arthur Rezende
- Spot
Memorandum
Crônicas e
outras histórias

SERVIÇOS
E-mail
Cartas dos leitores
Assinatura
Acontece
Na telinha
Cinema
Horóscopo
Guia do Assinante
Central
do Assinante

CHARGE

ESPECIAIS
Minimaratona 2007
Maratoninha 2007
Pensar 2007
Prêmio Propaganda

SITES
OJC
Tv Anhanguera
Goiasnet
Jornal do Tocantins
Fundação J. Câmara
Rede Anhanguera
97FM
Executiva FM

Anuncie

 

Celg negocia ações com Eletrobrás

Se operação for concluída, Celg ficará livre de uma
dívida de R$ 1,3 bilhão. Negociação com BNDES continua

Sônia Ferreira

A Eletrobrás poderá aumentar sua participação acionária na Companhia Goiás de Participações (Celg-Par), de 0,071% para 27%. Essa operação permitirá que a estatal goiana fique desonerada de uma dívida de R$1,3 bilhão. A proposta foi apresentada ontem pela diretoria da Celg ao secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia e presidente do Conselho de Administração da Eletrobrás, Márcio Pereira Zimmermann. Com isso, muda a proposta inicial da Celg, de repassar ao BNDES-Par 41,08% de suas ações, porcentual que deve ser reduzido agora para 15%.

Ao presidente da Celg, Ênio Branco, ao diretor técnico, Moacir Finotti, e ao deputado federal Rubens Otoni (PT-GO), Zimmermann manifestou-se favorável à proposta e prometeu submetê-la ao Conselho da Eletrobrás, ainda neste mês de julho.

Ao converter a dívida com a estatal federal em participação acionária, a diretoria da Celg espera resolver o impasse com a sua maior credora e ainda ter recursos para dar continuidade ao projeto de investimentos. O débito da Celg com a Eletrobrás, já vencido, chega a R$ 842 milhões, de acordo com o presidente da empresa.

Ênio Branco explica que a proposta apresentada à Eletrobrás, de aumento na participação acionária, não neutraliza o empréstimo, ora em análise, junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que será convertido em ações para o BNDES-Par. Contudo, o porcentual de ações a serem negociadas, que era de 41,08% (correspondente a R$ 1,013 bilhão), cairá para 15%, cerca de R$ 369,8 milhões.

Mas ao invés do dinheiro do banco ser transferido para a Eletrobrás para o pagamento da dívida, como estava previsto no projeto original da negociação, ele seria usado para novos investimentos, sobretudo na modernização das linhas de transmissão, no aumento da geração e na subsidiária de telecomunicações.

O presidente da Celg prefere não estimar o real valor das ações da empresa, mas garante que elas serão valorizadas quando as operações com a Eletrobrás e o BNDES forem concluídas. Ênio garante também que a empresa se tornará uma das mais viáveis, entre as estatais do setor de energia.

O deputado Rubens Otoni acredita que, no máximo até setembro, será possível fechar os acordos da Celg com a Eletrobrás e o BNDES. Com isso, os resultados positivos já seriam mostrados no próximo balanço financeiro da estatal goiana, que têm apresentado números negativos nos últimos três anos.

¤ LEIA MAIS:

Anterior | Economia | Próxima