Goiânia, 1º de julho de 2008

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Dificuldade de provar prostituição forçada

O porta-voz da Brigada de Estrangeiros da Espanha, José Maria Searea Ruiz, não cita os números, mas diz que têm crescido os casos de regularização de mulheres que denunciam as redes. Para as ONGs, a maior dificuldade da vítima nesse caso é provar às autoridades que era forçada a se prostituir. Muitas vezes, simples cadernos de anotações manuscritas, mostrando dívidas intermináveis e a diferença de ganhos da vítima e do dono do clube, são os comprovantes de que havia uma relação de trabalho anormal.

O incremento notável da prostituição de rua na Espanha também já foi observado pelas autoridades. José Maria afirma que na fronteira com a França a situação tomou proporções graves. “Mas a maioria expressiva é de mulheres do Leste Europeu”, garante. Contudo, a exploração das vítimas pelos clubes, na opinião do porta-voz, “tornou-se uma rotação sinistra”. Combatê-la explicou ele, também não é fácil na medida em que os donos das casas estão cada dia mais preparados para evitar o flagrante.

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