| CURTAS Casal é executado a tiros
O funcionário público Elton Gonçalves Coimbra, de 30 anos, e a mulher
dele, a dona de casa Luciana de Oliveira, de 26, foram executados com tiros na cabeça. Os
corpos foram encontrados ontem, por volta das 11h30, em uma estrada vicinal entre as
fazendas Cachoeira e Laginha, em Nova Fátima, distrito de Hidrolândia. Testemunhas
denunciaram ontem para a Polícia Civil que às 19 horas de sexta-feira, Elton e Luciana
foram abordados por uma equipe do serviço reservado da Polícia Militar (PM-2), no Setor
Novo Horizonte. Elton foi algemado e o casal foi colocado dentro de um Gol preto. Elton,
que foi morto com oito tiros na cabeça, era irmão adotivo de Iterley Martins de Souza,
de 24 anos, acusado de tráfico e do assalto a um posto de combustíveis na Praça
Cívica, onde foram mortas duas pessoas, uma delas, Stefânio Marques da Silva, que seria
filho de um policial. Procurada, a PM não comentou o caso.
Hospital tenta evitar mortes
Belém - Quatro médicos da Santa Casa de Belém afirmaram ontem que
sofreram ameaças e represálias após denunciar as más condições do hospital estadual,
onde ao menos 20 bebês morreram nos últimos dez dias. As mortes levaram ontem o
Ministério da Saúde a enviar auditores de Brasília para apurar as causas, com outros
técnicos da pasta que já estavam na unidade para avaliar possíveis infecções
hospitalares.
Segundo os médico - três obstetras e uma neonatologista -, as denúncias de
superlotação, falta de médicos e de equipamentos são feitas desde 2006. A nova
direção da Santa Casa começou ontem uma operação de emergência para evitar novas
mortes ocorram. O grupo de interventores tenta dobrar o número de leitos na UTI, de 22
para 42.
Traição - Um homem que mora em Ivolândia
terá de pagar indenização por danos morais à ex-mulher por tê-la traído com sua
concunhada. A juíza Sirlei Martins da Costa estipulou o valor da reparação em R$ 2,3
mil. O homem entrou com ação de separação litigiosa e, além de pedir que fosse feito
a partilha dos bens, ele queria que a ex-mulher voltasse a usar o nome de solteira. A
mulher procurou o advogado João Bosco Pinto de Castro a quem informou que o único
responsável pelo rompimento do casamento foi o ex-marido, que fugiu com a
mulher do seu irmão. O fato, então, foi narrado pela defesa, que pediu indenização por
danos morais já que o ex-marido havia descumpriu o dever de fidelidade. |