`A mesa da humanidade`
Forçar o aumento de preços dos alimentos, ainda mais se for o conjunto de alimentos
básicos, é um retrocesso que todos os segmentos deviam tentar impedir mundialmente, numa
ação das iniciativas pública e privada. No artigo A mesa da humanidade, de
quarta-feira, ao lembrar que no interior brasileiro milhares de pessoas, mesmo que
estejamos no ano 2008, se alimentam de beiju, tapioca e cuscuz, exemplos de
alimentos de alto teor nutritivo, o monge Marcelo Barros faz soar milhões de vozes que
gostariam de afirmar isso publicamente.Reforçando
uma outra lembrança, a de que a Bíblia relata que o alimento é, acima de tudo, sinal e
instrumento de relação social e amizade, observo que em meu município poucos permanecem
tendo acesso a fartos cardápios, enquanto muitos praticamente nada têm o que comer. Nem
mesmo o simples beiju, a simples tapioca e o simples cuscuz.
Todos devem empenhar-se para que a gritante desigualdade
social seja reduzida sem cessar, de forma continuada, pois é inaceitável que o
capitalismo sobressaia com tamanha facilidade, em prejuízo das correntes mais fracas.
Não tem como aceitar também as informações de que milhares de seres humanos morrem
diariamente de fome.
LOURENÇO PEREIRA FILHO
Uruaçu-GO
Fichas sujas nas eleições
Em 6 de novembro de 2006, este jornal publicou uma carta de minha autoria em que
discordava de uma afirmação do professor Jônathas Silva no seu artigo Basta de
imoralidade administrativa. Naquela ocasião, ele atribuía à Justiça Eleitoral a saída
para evitar que fossem candidatos o mensaleiro, aquele que teve suas contas rejeitadas e o
que responde a processo criminal por ter cometido crimes contra a administração
pública.
Fiz o reparo argumentando que os partidos políticos, estes
sim, eram os grandes responsáveis por escancarar as suas portas oferecendo abrigo e dando
atestado de bons antecedentes para tais tipos.
Em Fichas sujas em eleição, publicado sexta-feira, o
professor, com muita propriedade e autoridade, oferece uma gama de argumentos para
concluir que o que se apresenta por aí não passam de facções partidárias sem
verdadeiros Conselhos de Ética e Disciplina e, sim, apenas conselhos de interesses
pessoais.
Concordo com o texto e afirmo que a facção a que
pertencemos tem cometido falhas gritantes que se encaixam à sua tese, me permitindo
reforçá-la com o fato de que a nossa não se reúne, nem mesmo para lavar roupa suja.
EVERTON DE ALMEIDA
Setor Oeste - Goiânia
Universidade em Catalão
Conforme informações prestadas com relação à Universidade do Sudoeste Goiano,
informo, como cidadão catalano, que também foi aprovado no Senado Federal o projeto de
lei 4023/2004, de autoria do ex-senador Maguito Vilela, e o apensado do deputado Leandro
Vilela PL 2612 /2003, que se encontra em tramitação na Câmara dos Deputados, propondo a
criação da Universidade Federal do Sudeste Goiano, sede em Catalão, com desmembramento
do Câmpus Avançado.
Assim, aumenta a expectativa e a preocupação das
autoridades em ampliar e priorizar o ensino superior em Goiás, com a implantação de
novas universidades federais, o que, seguramente, oferecerá contribuição ao
fortalecimento e ao aprimoramento do ensino superior em nosso Estado.
ROMULO BARBOSA DA SILVA
Brasília - DF
Concurso público
Na leitura diária deste jornal, deparei-me segunda-feira com a carta do leitor Alcione
Dias Peleja, na qual ele fazia ponderações acerca das exigências necessárias para um
candidato participar do concurso público, com vistas ao preenchimento de vaga de oficial
da Polícia Militar ou Corpo de Bombeiros.
Se considerarmos hipoteticamente a não-exigência de
formação específica para cada área de atuação dos interessados nos concursos
públicos, o que justificaria os estudos e as ramificações das ciências? Qual sentido
de optarmos pelas áreas de humanas, biológicas ou exatas?
Imaginemos um administrador se aventurando em realizar uma
cirurgia odontológica qualquer. Como isso nos parece inaceitável, também se torna
primordial respeitar e entender a importância de cada área do conhecimento e suas
peculiaridades. Ressalto, ainda, que as profissões citadas no exemplo do leitor são
todas regulamentas por lei e sua não observância pode ser entendida como crime
(exercício ilegal da profissão).
Então, não podemos solicitar dos governantes o
descumprimento da lei, ou mesmo que desrespeitem as profissões, pois quando isso ocorre
milhares de pessoas com tais formações são atingidas.
JOSÉ CARLOS DOS SANTOS
Administrador e conselheiro do Conselho Regional de Administração do Estado de Goiás
Pires do Rio e Urutaí
Em resposta à carta do leitor Henry de Pinho, publicada sábado, a Agetop informa que a
restauração do trecho citado, na GO330, entre Pires do Rio e Urutaí, mais
precisamente entre o Posto da Polícia Rodoviária Estadual e o Rio Corumbá, está
prevista dentro do Prea, com início imediato das obras.
A empresa, que já está trabalhando nos 15 quilômetros da
GO213, entre Caldas Novas e Ipameri, também vai recuperar os trechos da
GO330. As obras na duas rodovias ocorrerão simultaneamente. Os trabalhos na rodovia
serão feitos desde o perímetro urbano de Pires do Rio até a ponte do Rio Corumbá, com
mais ou menos quatro quilômetros de extensão, além de todos os trechos que têm
problemas da cidade de Pires do Rio até Catalão, com de cerca de 10 quilômetros.
Dentro do cronograma de obras da Agetop para a GO330,
entre Pires do Rio e Catalão, está também a sinalização noturna, o que dará mais
segurança aos usuários daquela via. As máquinas e trabalhadores estarão no trecho
entre Pires do Rio e a ponte sobre o Rio Corumbá a partir de segunda-feira, com previsão
de conclusão dos serviços, até Catalão, antes do período chuvoso.
CRISTINA DE MESQUITA
Coordenação de Imprensa e Comunicação da Agetop
Mostra fotográfica
Quem foi à Agência dos Correios da cidade de Goiás pôde apreciar uma mostra
fotográfica da artista Marly Mendanha. Imagino quantas pessoas que nunca tiveram a
oportunidade de estar antes em uma exposição puderam, num momento de descontração, se
identificar com belas imagens. Louvável iniciativa.
JOÃO SOARES
Goiás-GO
Saudação ao Tigrão
Parabéns ao Vila Nova, pelos seus 60 anos de existência. Ao longo desses anos, a equipe
se tornou a segunda maior força do futebol goiano e é dirigida por homens que dizem ser
apaixonados pelo clube.
Quem não se emocionou com o choro de felicidade de Leonardo
Rizzo quando o Vila foi campeão goiano ou com as lágrimas de tristeza de Carlos Alberto
Barros, quando o Vila desceu para a série C?
Mas, sobretudo, com as lágrimas de alegria de Barros quando
o Vila estava perdendo para o Rio Claro e conseguiu vencer de virada, vitória
importantíssima, pois o time pôde seguir no campeonato e retornou para a série B.
LÍVIA APARECIDA
Goiânia - GO
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